Mônica Salmaso canta Wilson Batista 

25 de agosto de 2018 19:30 - 21:00

Mônica Salmaso canta Wilson Batista 

Cantora apresenta show inédito resgatando preciosidade do músico falecido há 50 amos

Os 50 anos de morte do cantor e compositor Wilson Batista vão ser lembrados pela cantora Mônica Salmaso num show inédito no Rio, no dia 25 de agosto, sábado, em única apresentação no Teatro Rival Petrobras. Wilson compôs vários sucessos para os carnavais das décadas de 1940 e 1950. Apesar de ter vendido muitos sambas para sobreviver, tem mais 500 obras catalogadas em seu nome. O repertório do show baseia-se na pesquisa feita por Cristina Buarque de Holanda e conta com músicas que marcaram a carreira de Wilson Batista, como “Mundo de zinco”, “Ganha-se pouco, mas é divertido”, “Acertei no milhar”, “Boca de siri” e “Lá vem a Mangueira”.

Mônica Salmaso é considerada uma das maiores cantoras do Brasil, paulistana, ela já homenageou grandes compositores nacionais em discos e/ou shows como Chico Buarque, Baden Powell (1937 – 2000) com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), Guinga com Paulo César Pinheiro. Neste ano de 2018, a intérprete celebra o samba de Wilson Baptista (3 de julho de 1913 – 7 de julho de 1968), compositor fluminense que saiu de cena há 50 anos.

No show Tributo a Wilson Baptista, Mônica Salamos sobe ao palco acompanhada do violinista Paulo Aragão e dos músicos Luca Raele (clarinete) e Teco Cardoso (saxofone e flauta). É com esse trio que ela estreia o tributo no Teatro Rival Petrobras. Uma das fontes de pesquisa da cantora para a concepção deste show foi a leitura atenta da aclamada biografia “Wilson Baptista – O samba foi sua glória!”, trabalho minucioso de 600 páginas altamente detalhado e bem escrito por Rodrigo Alzuguir, lançada em 2014. Essa e outras pesquisas ajudaram a interprete a formar o repertório composto por 26 músicas.

“Meu primeiro contato substancioso com a obra do Wilson Baptista aconteceu quando ouvi o maravilhoso CD Ganha-se pouco, mas é divertido, da Cristina Buarque. Uma seleção preciosa de uma obra bastante grande acontece neste disco, deliciosamente cuidado com arranjos e músicos incríveis. Um CD necessário de se ter! Entendi que se tratava de um compositor que representa uma geração incrível de criadores quando a profissionalização de artistas da música estava ainda embrionária. Tempo importante da história da música popular brasileira e, neste caso, da música carioca.

A partir da leitura do livro, de idéias que foram surgindo e da própria participação do Rodrigo Alzuguir enviando músicas inéditas e escondidas, o repertório se expandiu e histórias boas e apaixonantes foram sendo agregadas. Imperdível!


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 25 de agosto (Sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: Setor A – R$ 100,00 (Inteira), R$ 50,00 (meia-entrada e lista amiga) | Setor B – R$ 90,00 (Inteira), R$ 60,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 45,00 (meia-entrada e lista amiga) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo