28/09 ~ Renato Braz canta Tim Maia

O cantor Renato Braz apresenta o show “São Sebastião Rodrigues Maia – Homenagem a Tim Maia”

Na adolescência, o cantor paulista Renato Braz reconhecia no carioca Tim Maia o grande cantor brasileiro popular. “Ele não dividia o público por classe. Cantava para todos”, diz Braz, reconhecido pela crítica como uma das principais vozes masculinas do Brasil. 

No Teatro Rival, no Rio de Janeiro, em 28 de setembro (sábado), às 19h30, Renato Braz apresentará o show “São Sebastião Rodrigues Maia – Homenagem a Tim Maia”, um reencontro com a obra do cantor e compositor que morreu em 1998. Braz será acompanhado pelos músicos Ivan Alves (bateria) e Rodrigo de Oliveira (baixo), além de contar com as participações especiais de Antonio Garfunkel Braz (piano) e da cantora Áurea Martins.

O “são”, no título do show, faz uma dupla homenagem: a Tim, no batismo Sebastião, e à sua amada cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. “Essa é uma ideia antiga. O produtor Flavio Loureiro, sabendo que eu gostava do Tim Maia, me chamou. Foi o meu primeiro ídolo na infância e juventude. Tenho todos os discos dele”, conta Braz, que se debruçou sobre a discografia do músico para pesquisar o repertório.

De saída, Braz incluiu duas canções de Tim Maia que já havia gravado nos anos 90: “O que me importa” (Cury) e “Amiga” (Cleonice / Edson Trindade). Outros clássicos do repertório do mestre brasileiro do soul entraram no roteiro: “O descobridor dos sete mares” (Michel / Gilson Mendonça), “Eu preciso aprender a ser só”(Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle), “Primavera” (Cassiano e Rochael), “Coroné Antonio Bento” (Luis Wanderley e João do Vale) e “Azul da cor do mar” (Tim Maia). 

Apesar da admiração, o cantor não conseguiu ser apresentado a Tim Maia. Nos anos 90, na única oportunidade de Braz ser levado ao camarim do ídolo, Tim saiu para comprar chiclete e não compareceu ao show na capital paulista.

“Sempre via shows dele em São Paulo, mas queria assistir a um no Rio. Fui ver o show dele no Canecão. A plateia era bem diferente. Havia gente de todo o tipo: o malandro, o estudante universitário, o advogado. Esse público diverso era um pouco reflexo dele mesmo. Tim cantava Edu Lobo, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Michael Sullivan e Edson Trindade, todos com grande dignidade”, afirma Renato Braz, que foi convidado pelo Teatro Rival Petrobras para essa apresentação especial no dia em que Tim Maia completaria 77 anos. 

Em 2018, o cantor paulista lançou o CD Canto Guerreiro – Levantados do Chão, seu mais recente álbum, com participações especiais de Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Miúcha e Dori Caymmi.

Seu disco de estreia, Renato Braz (1996), lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp como melhor disco na categoria revelação. Em 2002, ele venceu o 5º Prêmio Visa de Música Brasileira – Edição Vocal. Com seu quinto disco, Por Toda a Vida (2006), ganhou o Prêmio Rival Petrobras na categoria Cantor Popular.


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 28 de setembro (Sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: Plateia A: R$ 140,00 (Inteira), R$ 70,00 (meia-entrada) | Plateia B: R$ 120,00 (Inteira), R$ 60,00 (Meia). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 21h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo